terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

É a hora!

Chega! Já que eu não aguento mais esse momento interminável de dúvida, de espera, de chateações, de nem-fode-nem-desocupa-a-moita.

Ah, pelamor!

E eu disse que eu não queria deixar que, um dia, aquilo que eu sentisse de bom se transformasse em outra coisa. Pena que quando envolve outra pessoa querer nem sempre é poder.

Meu mundo está de pernas pro ar, ando meio sem chão. Ninguém nem tem ideia!

Talvez

Talvez as coisas por aqui mudem, talvez eu consiga postar um pouco mais - embora ache que não. Tudo começou agora, então eu não sei.

Mas já sei que tenho uma porrada de coisas para estudar, um TCC pra terminar em um mês, vestibular, trabalhos de conclusão de estágio que estão por vir, as horas complementares da faculdade... E se procurar tem mais coisa por aí...

Sempre

É incrível. Ontem perguntei ao Grandão se ele estava muito quieto ou se era eu que estava muito agitada. Ele falou que eu que estava ligada no 220.

Confesso, estava feliz sim. Mesmo com as aulas chatas, mesmo com os problemas do meu irmão, mesmo com a minha vidinha amorosa mais pra lá do que pra cá.

E sempre que eu estou feliz demais, algo de ruim acontece logo em seguida.

Foi assim quando meu irmão foi parar na UTI, quando o meu namorado - do nada - terminou o nosso namoro, com o TCC... Enfim!

E ontem não foi diferente. Em uma conversa de horas com a minha mãe, depois do café da tarde, ela vomitou algumas coisas e fomos juntando o que ela achava com o que eu sabia e, claro, deu merda.

Estou achando Tenho certeza que coisa ruim vem por aí.

Mas isso é só um desabafo.

O abraço que faltou

Ontem o Grandão chegou na faculdade e fomos batendo papo o caminho inteiro. No trânsito da Anchieta dei aulas pra ele de como funciona o Twitter, o Blog... Sei lá qual é a curiosidade dele.

Fiquei feliz à beça quando vi o carro dele parado em frente à faculdade.

A única coisa que faltou ontem foi o abraço, devido à correria, ao celular tocando bem na hora que ia descer do carro... Mas tudo bem.

Como disse ontem, conversar com ele é sempre bom. Mesmo com ele tirando o maior sarro da minha cara e me perturbando durante o caminho.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Grandão!

Ontem, indo à casa de um amigo dos meus pais, tocou Legião. Um CD antigo que gravei pro meu pai com as prediletas dele.

E ouvindo "Índios", lembrei do Grandão.

Quando descobri
Que é sempre só você
Que me entende
Do iní­cio ao fim.


E é só você que tem
A cura do meu vício
De insistir nessa saudade
Que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.

Hoje em dia somos mais amigos do que qualquer outra coisa. Ele me dá conselhos, me dá bronca, me faz enxergar que a vida não é nem de longe um mar cor-de-rosa quando eu começo a cogitar essa ideia.

E hoje, na hora do intervalo, a minha amiga ligou do meu celular pra ele para perguntar se ele estava com saudades dela. Ele falou correndo porque estava no meio de uma cirurgia.

Agora há pouco ele me ligou, falando daquele jeito que adoro, com aquele sorriso que eu posso imaginar daqui.

É um amor crônico mesmo e embora as coisas não tenham saído do jeito que eu queria, ele tomou um espaço que ninguém jamais irá tomar.

Agora ele está vindo aqui na faculdade me buscar, só para irmos embora juntos.

Agora, tem como não resistir à tanto carinho assim?

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Hoje à tarde

Hoje tive uma tarde pra lá de bacana com o Vebis (@Vebisjr). Fomos fazer algumas fotos e como eu tinha recebido alguns e-mails/pedidos pra mudar um pouco o conteúdo, atenderei. E também àqueles que pediram decote. Eis!

Tem muita foto legal que depois eu vejo se dá pra postar.



Beijos, gatxeeeeeenhos e gatxeeeeeeeeenhas!

Uma verdade absoluta


Bom, não preciso comentar sobre o que está escrito acima. Sobre mim, é a mais pura verdade. Quem me conhece sabe que as coisas nem sempre funcionam do jeito que eu coloco aqui. Então, ponto.

Beijos, pípol! Depois, com calma, eu conto as novidades!